“Não tinha outro título? Por que falar desse fascista? Bolsonaro é contra os direitos das mulheres. Bolsonaro é isso, Bolsonaro é aquilo…” Muitos de vocês devem ter pensado isso, ou pelo menos coisas piores que não é necessário proferir neste texto, calma, senhores!

Ano passado estávamos comentando (e muito) sobre a eleição norte-americana, a mídia apontando como uma das piores dos últimos tempos e sinalizando a vitória com sobra da democrata Hillary Clinton, que foi secretária de Estado do governo Obama. O resultado foi o oposto publicado e mastigado pela mídia, Trump eleito.

Mas o que tem a ver Bolsonaro e eleição norte-americana?

Chegamos nesta questão agora.

Jair Messias Bolsonaro, 62, militar da reserva, deputado federal pelo Rio de Janeiro, atualmente no PSC, porém está no ‘mercado’ negociando com algum partido para lança-lo como candidato à presidência da república em 2018, cumpre seu sexto mandato na Câmara dos Deputados.

Em meados de 2011/2012 ganhou destaque após ser crítico implacável do famoso material do ‘kit gay’, kit este que seriam distribuídos para estudantes de escolas públicas. Ao longo do processo, Bolsonaro ganhou diversos cognomes em virtude de sua oposição ao ‘kit’. A polêmica foi um prato cheio para mídia, que aproveitou para reintegrar uma posição inventada pela mesma chamando de ‘extrema-direita’. É evidente de que existe sim extrema-direita, mas Bolsonaro está longe de ser esse bicho papão criado pela mídia com a finalidade de utilizar o termo e apavorar os eleitores ‘mentes’ indecisas que são guiados pela mesma (Fica aí um tema para debater futuramente). Visto o ganho de notoriedade, a mídia tem cometido o mesmo erro que cometeu com republicando Donald Trump, longe de mim querer comparar as duas figuras, mas quem elegeu Trump foi a mídia e o ódio da esquerda, que aqui no Brasil está ganhando a mesma proporção.

No Brasil, pelo fato da população ser mais conservadora o apoio a Jair Bolsonaro tem ganhado grandes proporções, neste caso já é uma vitória para o candidato está na segunda colocação, uma vez que maiorias dos candidatos já ocuparam cargos de maior notabilidade e ganham uma publicidade ‘automática’ em qualquer setor em disputa. É claro também que a população cansou das criaturas que não acrescentam em nada, não lutam por nada e esquecem-se dos eleitores e voltam a lembrar de apenas quando precisam dos votos novamente. A desonestidade inicia com os opositores que aproveitam dos ‘leigo’ ou começam a difundi algumas ideias que são ‘meias verdades’, porém são comentadas de forma tendenciosas, falar que Bolsonaro não trabalha, apenas pela quantidade de projetos aprovados, mas sem recordar dos projetos apresentados, além de explicar ao cidadão que não se aprova um projeto sozinho, é um cinismo sem tamanho (segue o link dos projetos apresentados pelo deputado: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_lista.asp?Autor=5310721&Limite=N).

É verdade que Bolsonaro não foi citado em nenhum caso de corrupção, a lista falsa de Furnas, onde o ex-senador Delcidio do Amaral acabou desmentindo a lista divulgada a fim de abafar alguns nomes reais. O irmão do deputado foi denunciado por ser funcionário fantasma na Assembleia Legislativa de São Paulo (Veja declaração do deputado sobre o caso: https://www.youtube.com/watch?v=Ut8IHcH9ouc) e o deputado não hesitou em responder a indagação. Citado por Joaquim Barbosa por ser único do partido, na época PP, a não receber propina. Anos depois, agora no Petrolão, Alberto Youssef afirmou que Bolsonaro e Paulo Maluf foram os únicos que não receberam recursos de corrupção da Petrobrás. Claro que isso não é um troféu, mas visto os acontecimentos é de se destacar.

Nem tudo são flores, estamos passando por uma das maiores crises recentes e Jair Bolsonaro tem possuído algumas dificuldades na apresentação de propostas econômicas, para um presidenciável o campo econômico é um fator imprescritível isto tem sido uma brecha para os ‘desafetos’. PT, PMDB, DEM, PSDB entre outros partidos que estão com seus parlamentares enganchados na Operação Lava Jato estão em busca de foro privilegiado e não em busca de governar para o Brasil. Bolsonaro não é o salvador da pátria, mas os candidatos apresentados nas pesquisas têm deixado dúvidas sobre real plano em chegar ao Planalto!