A mecânica quântica é clara: se você não conhece o estado de um elétron, deve assumir que ele está em todos os estados possíveis ao mesmo tempo. Para digerir esse conceito, o físico Erwin Schrödinger bolou um famoso experimento mental batizado de “gato de Schrödinger”.

Funciona assim: um gatinho está dentro de uma caixa com partículas radioativas que podem circular ou não — só que quem está de fora da caixa não sabe o que aconteceu. Ou seja, se o gato fosse uma partícula, estaria vivo e morto ao mesmo tempo.

Se a substância radioativa não decair, o medidor não aciona o martelo e não quebra o frasco. O gato vive.

(Foto: ZANSKY, REBECA CATARINA E GUILHERME HENRIQUE)

Caso a substância radioativa decaia, o medidor aciona o martelo, que quebra o frasco e mata o gato.

(Foto: ZANSKY, REBECA CATARINA E GUILHERME HENRIQUE)

Para quem está fora, o gato pode estar vivo ou morto. Fosse uma partícula, estaria vivo e morto ao mesmo tempo.

(Foto: ZANSKY, REBECA CATARINA E GUILHERME HENRIQUE)

Seria o observador responsável pela vida ou morte do gato?

(Foto: ZANSKY, REBECA CATARINA E GUILHERME HENRIQUE)


Fonte: Revista Galileu